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Jun 17

Aproveitando a energia criativa da organização informal.

Posted Wednesday, June 17, 2009 on Análise de Redes Organizacionais, Branding Emergente

No ambiente corporativo as pessoas comportam-se como pessoas e não como máquinas programadas para desempenhar uma função específica. Por mais automatizados que sejam os processos, no relacionamento cotidiano vão se desenvolvendo vínculos baseados em confiança e reciprocidade por um lado, e antagonismos por outro.

De fato, quando alguém tem afinidade com um colega de trabalho se sente estimulado para cooperar e o reverso é verdadeiro, fazendo com que as relações informais influenciem direta ou indiretamente a produtividade obtida. Isto significa que o organograma formal não reflete verdadeiramente como o trabalho é realizado na prática.

A partir das interações do dia-a-dia – seja para trocar informações, pedir conselhos ou falar sobre novas idéias – se formam verdadeiras comunidades de conhecimento, redes de cooperação, aconselhamento e inovação, que correspondem ao Organograma Informal.

É através desta Organização Informal, ou seja, os padrões relacionais emergentes das interações entre as pessoas, que vão se formando organicamente tais grupos (clusters) e fluxos de informações, além das barreiras físicas, hierárquicas e departamentais determinadas pela estrutura formal.

Nesta vertente, uma aproximação entre a estrutura formal e informal é uma maneira inteligente de aproveitar o que há de mais importante em uma organização: a energia criativa de seus integrantes!

Tal energia é fruto de um ambiente motivador e que estimula o aprendizado e a manutenção de vínculos baseados em confiança, reciprocidade e cooperação - o que, em outras palavras, definimos como CAPITAL SOCIAL CORPORATIVO.

Conhecer as Redes de Comunicação Informais, por trás do organograma formal, é possível através da Análise de Redes Organizacionais* e representa um ponto de partida vital para tomada de decisão estratégica, seja para tornar a organização mais integrada e criativa, bem como para aprimorar os fluxos e canais de comunicação e a interconexão com stakeholders (públicos de contato com a marca), tornando a comunicação mais eficaz e os tempos e as respostas mais ágeis e precisos.

Em linhas gerais, o conhecimento das REDES DE COMUNICAÇÃO INFORMAIS traz o enfoque relacional para a gestão organizacional, a partir do qual é possível aprimorar seus vínculos e fluxos de informação, tanto dentro quanto fora da Organização. Isto torna a Organização mais cooperativa e integrada no meio interno, portanto flexível e adaptável ao meio externo, desenvolvendo assim seu CAPITAL SOCIAL CORPORATIVO, o que, em nossa proposta, é verdadeiramente quem sustenta uma MARCA FORTE.

* O enfoque relacional proporcionado pela Análise de Redes Organizacionais é ponto de partida do trabalho que integra de forma pioneira Gestão de Marcas e Desenvolvimento Organizacional realizado pela Tree Branding.

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  1. Muito pertinente este post quando percebemos que as empresas se preocupam, quase que exclusivamente, em atender às exigências do consumidor, diga-se, externo. Há de se atentar para a verdadeira essência de qualquer negócio, o citado capital social corporativo, a grande engrenagem que faz as empresas realmente serem o que são, algumas de sucesso, outras não. Muito bom este tema!!! Parabéns por levantar a verdadeira questão que deve permear qualquer mundo corporativo: a capacidade criativa dos seus colaboradores.

  2. Olá Viviane!

    Ficamos mto gratos pelo seu fortalecedor comentário!! Estamos à disposição para conversarmos mais! Abraços, Shalla

  3. Excelente o artigo e muito instigante a investigação proposta quando lembramos que o organograma formal nem sempre funciona como imaginado e desenhado nas grandes corporações. O exercício para a identificação de outras redes de relacionamento possíveis e altamente colaborativas poderia levar-nos ao caminho do sucesso através da simplificação e eficiência nos processos. Parabéns!

  4. Muito Obrigada Teo pelo seu comentário!

    Nossa proposta de desenvolver Marcas e Organizações é justamente a partir do conhecimento das redes humanas de relacionamento que partem de dentro para fora da organização. Como vc comenta, um exercício muito importante para simplificar processos e fluxos de informação, aproveitando a energia criativa e colaborativa inerente. Abraços e estamos à disposição, Shalla

  5. Shalla
    A vida organizacional certamente seria muito mais amena e produtiva se os componentes das redes de comunicação que ali se estabelecem investissem parte de seu tempo no compartilhamento prévio e focado de idéias e intençôes…Na verdade a comunicação informal tem o poder de aprimorar, ou, antagonicamente,empobrecer o que chamamos de comunicação organizacional. Muito pertinente a abordagem e excelente tema para um bom debate.

  6. Márcia,

    Que honra receber seu comentário!
    Continuando o debate, e já me empolgando com a “conversa”,diante do novo paradigma da informação e trabalho em rede, torna-se imperante o conhecimento e tangibilização do Capital Humano em Rede, que é o Capital Social ou Relacional…A partir do qual se possa aproveitar melhor as potencialidades em grupo e desenvolver aspectos vitais como a cooperação e a confiança. Abraços, Shalla

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